quarta-feira, 31 de agosto de 2011


Fragmentos de 1 movimento




O desespero causado pelo sufocamento histórico da manifestação de minha universalidade me embriaga e leva ao movimento, à ação de querer celebrar a livre afirmação de existir. Sinto fome! Uma fome de me sublevar em insurreição através de um amor que vá além da exploração do “outr@” (animal, vegetal ou mineral), das definições sexuais, das morais radicais religiosas, dos véus de preconceito, dos conceitos normativos e das discriminações (ideológicas, sociais, étnicas). 

A partir daí faço uma Oblação das profundezas do meu inferno... Abismo destemido e alarmante. Pulverizações de aflições e reflexões em relação a aspectos do mundo atual e das relações dos humanos entre si e com todos os outros seres. 


Forças fundamentais.


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